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sexta-feira, 12 de maio de 2017

A DANÇA MACABRA DA TIA IOLANDA COM "PAVAROTTI"


Este poderia se o título da ópera bufa à qual estamos assistindo, de camarote e pagando ingresso salgado, nós, cidadãos e contribuintes brasileiros! De arrepiar a criatividade dos meliantes, bem como a capacidade artística desses comediantes. Não é à toa que, em grego, ator se diz: Hypocrités. Porque a petralhada fez, da representação política, hipocrisia pura a mais deslavada possível. 

Com os depoimentos do casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura estamos sabendo, agora, quem são os golpistas que tentavam dar mais um golpe na boa fé dos brasileiros e nas instituições republicanas. Incrível a desfaçatez dos meliantes, que após terem sido surpreendidos com a boca na botija no Mensalão, continuaram a surrupiar dinheiro público no Petrolão como se nada de ruim tivesse acontecido. Lula e Dilma devem ser julgados e presos o mais rapidamente possível, para bem do Brasil. As provas são contundentes. Esperamos que a Justiça faça o dever de casa com presteza, antes de que os indigitados fujam. E que sejam julgados e presos, também, todos os seus colaboradores. Pelo andar da carruagem, as celas especiais vão ficar escassas.

Não é de hoje a capacidade falsamente representativa dos Estados Patrimoniais. Como a sua essência é uma falsidade (pois é falso um Estado que se constrói em base à privatização do poder por uma minoria, que enxerga as instituições como patrimônio da família), os atos que mantêm vivo o mostrengo são uma encenação descarada, cujo conteúdo consiste numa farsa grosseira. Na antiga Rússia dos czares foi encenação a pomposa inauguração da nova capital, São Petersburgo, construída por ordem do czar Pedro o Grande numa zona pantanosa, ao longo do rio Neva e na entrada do Golfo da Finlândia. Na véspera da inauguração, em 27 de maio de 1703, como não havia prédios suntuosos suficientes, foram providenciados, para agradar ao Czar de Todas as Rússias, tapumes de madeira com réplicas de fachadas de palácios.

A encenação petista que foi planejada e dirigida desde a capital, Brasília, está sendo desmontada, passo a passo, pela disciplinada labuta dos procuradores do Ministério Público, pelas enérgicas providências do juiz Sérgio Moro à frente da Operação Lava-Jato, pelo apoio dos Tribunais Superiores, pelo incansável trabalho da imprensa e pela vontade dos cidadãos manifesta nas múltiplas manifestações massivas dos últimos anos, bem como pela pressão que, através das redes sociais, setores os mais diversos da sociedade brasileira realizam sobre a burocracia do Estado, especialmente sobre o Legislativo e o Executivo, bem como sobre o Supremo Tribunal Federal. Esperamos que as autoridades competentes façam o dever de casa neste enorme esforço de saneamento das instituições republicanas. O trabalho é grande, o repto é enorme, mas enfrentar o desmonte do patrimonialismo é tarefa patriótica que não pode parar.

Por enquanto, as delações premiadas dos colaboradores da farsa lulopetista, notadamente dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura, alimentam a nossa imaginação com o ultimo baile da ilha fiscal da fantasia lulista, cujo ato mais importante é a dança macabra da tia Iolanda com "Pavarotti", vulgo "Barba", que antecede à derrubada final da mentira institucionalizada. O chefe, é lógico, vai dizer que "não sabia de nada". E a Tia Iolanda, com certeza, alegará que as novas providências da Justiça não passam de um "golpe". Haja criatividade!

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