Amigos, nesta ante-véspera da eleição de domingo, que escolherá o próximo Presidente da República, faço minhas as lúcidas palavras do arquiteto e escritor gaúcho Percival Puggina, no artigo que segue e cujo conteúdo subscrevo inteiramente.
A quem interessa a eleição do candidato do PT, Fernando Haddad? Não há dúvida de que tal candidatura representa os interesses daquilo que foi a pior herança dos últimos tempos, o ciclo lulo-petista, que desmontou as instituições republicanas e nos colocou nesta via sem saída da recessão, da corrupção generalizada e da violência que pipoca pelos quatro cantos do país, fazendo miles de vítimas fatais do crime organizado e da desmoralização das instituições.
O que os brasileiros de bem querem é que haja uma reversão imediata desse quadro fatídico, a fim de poderem viver em paz, no seio das suas famílias, sem ofensas continuadas aos valores mais prezados do povo brasileiro: respeito pela família, pela religião, pelas tradições que sedimentaram os valores mais caros à nossa História, que o PT e colaboradores jogaram pelo chão com a prática sistemática da corrupção e da aliança com o crime organizado.
Que o nosso candidato Jair Messias Bolsonaro seja eleito no próximo domingo como Presidente do Brasil. Somente assim, colocando na Presidência da República um líder que teve a coragem de ouvir a voz do povo nas ruas e no seio das famílias, será possível reconstruir o tecido social, esgarçado pelos ódios que mais de uma década de dominação petista plantou criminosamente no seio da nossa sociedade.
Vamos confiantes às urnas. Nestes dois últimos dias de campanha, falemos com familiares, amigos e conhecidos, a fim de reforçarmos o número dos eleitores de Bolsonaro e fazermos frente, assim, às tentativas de fraude que os inimigos da Pátria não duvidam em praticar. "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!"
QUEM NECESSITA DO PT?
Percival Puggina
Não, não
escreverei sobre aquela fração do eleitorado dependente do Bolsa Família e
laboriosamente convencida de ser, também, dependente do PT (embora o programa
exista por força de lei). Escreverei sobre outros grupos na torcida de Haddad.
Começo pelo próprio partido do
candidato. O PT seria o primeiro e o principal beneficiário de uma vitória
petista. Convém, então, que o eleitor se questione. O legado dos 14 anos de
petismo no poder é desalentador. Organizações criminosas operaram
sem qualquer constrangimento no aparelho de Estado. Os réus são confessos, bilhões
são devolvidos e as delações robustecidas por farto material comprobatório.
Simultaneamente ao vexame e perda de credibilidade internacional, emergiram o
desemprego, a recessão e a instabilidade política. Apesar disso, nenhum
arrependimento, nenhuma autocrítica, nenhum pedido de desculpas à nação. Ao
contrário, críticas à Lava Jato, recriminações à Justiça em geral e a Sérgio
Moro em especial.
Assim,
também aos criminosos, agentes do crime organizado e desorganizado, interessa a
eleição do candidato petista. Afinal, o partido defende restrições às penas de
prisão e condenações mais breves. É notória sua animosidade em relação às
atividades policiais e simétrico zelo em relação aos bandidos. O PT defende
desencarceramento, semiaberto, saidinhas, saidões e indultos. É pelo
desarmamento, contra a redução da maioridade penal, e sustenta – apesar de toda
criminalidade das ruas e estradas – que no Brasil se prende demais. Em
Bolsonaro é que os bandidos não vão votar!
Uma vitória
petista interessa muito ao Grupo Globo, que há longo tempo vem proporcionando
em novelas, especiais e reportagens o substrato cultural e de costumes
necessário à penetração política das ideias de esquerda. Seus atores e
celebridades estão sempre disponíveis, ao estalar de dedos do PT, para o que
der e vier. Convém ao Brasil, aumentar o poder da Globo? E, no mesmo diapasão,
ampliar a influência da Folha, da Veja, da Época, e a fauna da “mídia amiga”,
sempre interessada em conversar com Franklin Martins, perito em retribuir apoios?
Sem similar
a qualquer democracia de respeito, estabeleceu-se, com o tempo, uma inequívoca
proximidade entre o PT e figuras execráveis da política internacional.
Ditadores africanos de Angola, Congo, Zimbabué, Guiné Equatorial, Gabão,
Venezuela, Cuba, Nicarágua obtiveram financiamentos privilegiados do BNDES
durante os governos petistas. E o recebimento é duvidoso. Eles apreciariam
muito a volta do PT ao poder.
Também os
infiltrados no aparelho de Estado, na burocracia federal, nas estatais, torcem
pela volta do PT porque isso representará a retomada de sua própria influência.
O trabalho de fazer cabeças, manipular a História, preparar militantes de
esquerda e fornecer recursos humanos para as carreiras de Estado ganharia novas
energias nas salas de aula. Da mesma usina acadêmica saem os difusores da
ideologia de gênero e os programas que trazem essa sexualidade pós-moderna,
auto-reverse, para crianças confiadas pelos pais ao sistema de
ensino! Será que convém atender aos interesses políticos da
burocracia e do funcionalismo militante?
Os eleitores
de Bolsonaro, diferentemente, são cidadãos que clamam por paz social,
segurança, combate à criminalidade, proteção da infância e da família,
preservação dos valores morais, respeito e ordem pública. Desejam apenas viver
e trabalhar, com seus direitos fundamentais respeitados, sem serem perturbados
pelos agentes do mal e por aqueles que o cultivam.
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* Percival Puggina (73), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.
* Percival Puggina (73), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.
