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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

DILMA, GO HOME!

Dilma acompanhada do Lula, no Palácio da Alvorada em Brasília. (Foto do blog de Paulo Briguet).

Dilma foi deposta pelo conjunto da obra. Merecida defenestração legal. A ré deu provas sobejas de que não sabe governar, de que não cuida do dinheiro público, de que a República pouco lhe interessa, de que a legislação é, para ela, um detalhe a ser esquecido quando melhor lhe convier. 

Junto com ela vai se consolidando a derrubada do mito lulopetralha, habilidosamente costurado, ao longo de décadas, por Lula e pela sua patota. Diziam que iam moralizar o país. Sumiram-no no pior valhacouto que a história republicana já conheceu. Diziam que governariam para os mais pobres. Governaram para eles próprios e para os mais ricos afinados com eles, as grandes empreiteiras que ajudaram a saquear a Petrobrás e outras estatais como a Eletrobrás e os Correios, bem como os bancos públicos. Diziam que iam implantar a democracia plena. Implantaram, pelo contrário, a falência das instituições republicanas. Negaram de chofre tudo que apregoaram. E, não contentes com isso, esfregaram na cara dos brasileiros que o faziam pela causa socialista, ou seja, pela causa deles próprios, que sempre se consideraram donos da Justiça Social. Colocaram em prática o estranho princípio patrimonialista da "privatização de lucros e da socialização de prejuízos".

Os mitos, diz Ortega y Gasset, morrem de dentro para fora, não de fora para dentro. Morrem de anorexia. O mito lulopetralha começou a morrer no dia em que Lula pregou a primeira mentira, ou seja, quando começou a falar. Ele é mentiroso por natureza. O conjunto da sua obra, como o da gestão dilmista, pode ser chamado, como o chamei em livro recente, de "A Grande Mentira". 

A sociedade brasileira cansou-se do messianismo lulista. E mandou para a casa o seu poste, Dilma. E continuará pressionando em ruas, blogs, imprensa, universidades, em conversas informais e onde quer que os cidadãos exponham a sua opinião, para que logo seja esquecido esse projeto mentiroso chamado PT. E para que Lula pague perante a Justiça pelos seus malfeitos.

O "jardim de infância", que sentava à esquerda da mesa do Senado ao longo das muitas horas de debate, lutou até o final para atrapalhar o processo de impeachment. Embora confessem que não acreditam nas "instituições burguesas", os lulopetralhas tudo fizeram para se servirem delas, em benefício da Dilma, de Lula e dos desmandos do partido. A mais recente artimanha foi a proposta de última hora para que, no julgamento do impeachment, se desvinculasse a decisão pela perda do poder, da decisão pela perda dos direitos políticos da ré por oito anos. Dilma, embora tenha perdido o poder por crime de responsabilidade fiscal, absurdamente poderá exercer cargo público. "Contradictio in terminis" que, aliás, joga no lixo a Lei da Ficha Limpa. Mas a opinião pública já está sabendo disso e reagirá à altura.

Quanto ao barulho e à oposição totalitária que os petralhas ameaçam desatar agora contra as instituições republicanas e contra o mandato do presidente Temer, torcemos para que as autoridades não tenham pejo em aplicar a lei com todo o seu rigor. A balbúrdia causada nos últimos dias em São Paulo por militantes petralhas precisa ser reprimida a contento, como, aliás, a polícia paulista já está fazendo. E contra o terrorismo com que ameaçam, há um remédio muito simples: aplicação sem dó da lei anti-terrorista que já está em vigor.

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